Síndrome do PORRE SECO ou BORRACHERA SECA

(Nova versão com doze sintomas)

Publicado recentemente na Revista Plenitud do México

Por Dr. Jose A Elizondo López – Diretor do CAIPA

 

Nesta nova versão, da síndrome do porre seco, são enumerados doze sintomas, com a finalidade de conseguir entender melhor o tema:

1.. Imaturidade e infantilismo: estacionamento do crescimento emocional e a persistência das dependências.
2.. Atitude de permanente desonestidade perante si mesmo e os demais.

3.. Amargura e insatisfação existencial pela persistência dos ressentimentos.

4.. Permanente sentimento de culpa com autodesvalorização, menos valia e tendência ao autocastigo.
5.. Egocentrismo, auto-suficiência neurótica, péssimo manejo da agressividade e tendência à onipotência.
6.. Medos permanentes: atitude de temor ante os desafios da vida com angústia e tensão contínuas.
7.. Depressão clínica ou permanente com atitudes de pessimismo e desmotivação.

8..Ingovernabilidade sexual e sentimental.

9.. Negação de sua realidade não alcoólica com persistência de mecanismos de racionalização e projeção.
10.. Substituição do álcool por outras substâncias ou condutas aditivas.

11.. Ausência de espiritualidade ou muito empobrecida, com soberba intelectual, tendência ao materialismo e pouca fé ou nula.

12.. Comportamento inadequado em seu Grupo de AA, tanto com seus companheiros como em  relação aos princípios do Programa.

 

Abstinência não é a mesma coisa que Sobriedade.

Abstinência significa simplesmente deixar de consumir álcool ou a droga à qual se está adicto.

Sobriedade significa aprender a viver em abstinência através de um contínuo crescimento emocional que permite alcançar a maturidade.

Em outras palavras: a soma da abstinência e a maturidade constituem a sobriedade.

Muitos alcoólicos deixam de beber mas não crescem emocionalmente.

Ainda que estejam abstêmios continuam sendo uns “bebês emocionais”.

Estas pessoas padecem do que se chama “Síndrome do Porre Seco”.

A síndrome do porre seco é uma forma de neurose da qual padece o alcoólico em recuperação que se conforma em só “deixar de beber”.

A síndrome do porre seco impede a plenitude de vida do alcoólico, faz com que persistam os seus problemas familiares, de trabalho e sociais e continuam a insatisfação e a infelicidade.

A síndrome do porre seco constitui uma das principais causas de recaídas nos alcoólicos.

Lograr (conseguir, obter) a abstinência é tão somente a finalidade do princípio.

O verdadeiro caminho até à recuperação se inicia no momento em que se alcança uma absoluta convicção da abstinência.

A abstinência é o cimento com o qual vai se construir o edifício da sobriedade.

 

Há duas décadas, foi publicada na revista Plenitud, órgão oficial de Alcoólicos Anônimos, a primeira versão do “Porre seco” (Borrachera seca). Quase 20 anos depois de continuar trabalhando em programas de pós tratamento externo para reabilitação do alcoolismo e outras adições, tendo assimilado novas experiências e desenvolvido mais observações, considero necessário escrever uma Segunda versão da síndrome, corrigida e aumentada, integrando um total de doze sintomas (quatro a mais que na primeira versão), com o objetivo de fazer mais compreensível e mais completo este fenômeno psicológico que, lamentavelmente, muitos alcoólicos continuam apresentando, membros de AA, que só se conformam com o deixar de beber, mas que continuam apresentando muitos defeitos de caráter, o que lhes impede de madurar emocionalmente e que os faz cair numa conduta imprópria e indesejável, como quando se embebedavam. Não é que não existiram no artigo anterior estes quatro novos sintomas, na lista dos oito, porém, eram mencionados implicitamente. O que fazemos agora é mencionar o fenômeno de uma maneira mais clara, dando; ao defeito de caráter, um nome próprio, para que fique mais claro ao leitor, possa identifica-lo melhor e desse modo, poder elimina-lo.

A primeira versão sobre porre seco esta publicada no número 5 da Revista Plenitud. Tem sido também reeditada no compêndio número um do “Lo Mejor de Plenitud”.Por outro lado, o número 12 em Alcoólicos Anônimos é um número muito especial. Temos os Doze Passos, as Doze Tradições, os Doze Conceitos, as Doze Promessas, as Doze coisas que Alcoólicos Anônimos não faz, etc. Será muito bom de hoje em diante nos acostumarmos a falar dos 12 do porre seco.
É muito importante que um alcoólico em recuperação aspire verdadeiramente a sobriedade e não quedar-se (permanecer) na medíocre conformidade da abstinência. Se é difícil deixar de beber, é muito mais difícil crescer emocionalmente para alcançar a maturidade.Não esquecer que a combinação de abstinência de álcool (e qualquer outra droga) mais a maturidade emocional do indivíduo é o que, na verdade, constitui a sobriedade.É tão fundamental para o alcoólico em recuperação conhecer estes 12 sintomas do porre seco que me permitirei publicar nos números seguintes da revista, um artigo específico para cada um dos sintomas da síndrome do porre seco. No presente artigo somente enumeramos uma lista dos sintomas e explicaremos, breve e rapidamente cada um deles.

 

1.Imaturidade e infantilismo

Parada do crescimento emocional e persistência das dependências.

É o sintoma principal do porre seco. A incapacidade de crescer emocionalmente. Ainda que já não beba, o alcoólico continua sendo uma criança em sua maneira de pensar, lidar com suas emoções e no seu agir. Sendo uma criança no emocional, não poderá comportar-se como um adulto responsável que, talvez, possa alcançar seus objetivos na vida. Como bons “bebês emocionais” estes alcoólicos seguem dependendo de figuras tais como, sua mãe, seu pai, seus irmãos, sua esposa, seus amigos, seu chefe, etc. Esta dependência impede que obtenham duas condições fundamentais na sobriedade, que são a autonomia e a responsabilidade. Ao estarem atados emocionalmente a outras pessoas, continuam culpando a estas pelos seus fracassos e seguem fazendo o papel de vítimas.

 

2.Atitude permanente de desonestidade ante si mesmo e os demais

A desonestidade é um mau hábito que o alcoólico adquire ao longo do desenvolvimento de sua enfermidade. Engana, mente, inventa pretextos, promete e não cumpre, pratica a fraude, não respeita as regras do jogo, pede emprestado e não paga, oferece “iscas” para evitar de ser preso e pratica todo tipo de corruptelas, etc. Esta raiz de desonestidade permanece ainda, mesmo depois de o alcoólico deixa de beber. Segue mentindo para sua esposa, continua  sem pagar as suas dívidas, persistem as promessas não cumpridas, etc. Freqüentemente, mente a seu terapeuta ou diz mentiras em seu Grupo. É muito penoso para ele a prática cotidiana da honestidade, O mais grave do caso é que, muitas vezes, ele mesmo, acredita nestas mentiras ou acha que são verdades, persistindo esta atitude de evadir-se de sua própria realidade e em não aceita-la.

3 Amargura e insatisfação emocional pela persistência dos ressentimentos

Apesar de que já não bebe, o alcoólico não consegue alcançar esta plenitude de vida para poder sentir a alegria de viver. Esta descontente, inconformado, com muitas áreas de amargura em sua vida e sem poder saborear as doçuras da sobriedade. O deixar de beber constitui, para ele uma obrigação, mais que uma convicção e a recaída sói ser freqüente entre os insatisfeitos existenciais. Ademais, guarda ainda muitos ressentimentos de sua vida passada que não pôde superar. Está enojado com as pessoas e com o mundo. São os típicos “borrachos secos” (bêbados secos), presos ao passado que não podem aplicar o “só por hoje.”

 

  1. Permanente sentimento de culpabilidade com autodesvalorização, menos valia e tendência ao autocastigo.

Estes alcoólicos são os que arrastam atrás de si um lastro terrível de culpabilidade acumulado no passado e que não conseguiram perdoar-se. Continuam sentindo-se culpados por muitas situações, como a morte de um ente querido, a doença de algum de seus filhos ou o fracasso dos outros, etc. São pessoas com uma autoestima muito baixa e muito propensos ao perfeccionismo. Como não se perdoam a si mesmos (ainda que aos demais o tenham feito) sentem-se menos que os demais e com sentimentos de autodesvalorização pessoal. Para livrar-se desta carga, desenvolvem uma necessidade neurótica de expiação; e com isso caem em condutas autodestrutivas, sabotem o êxito e não se sentem merecedores da felicidade. Estas tendências autodestrutivas podem provocar-lhes recaídas.

 

  1. Egocentrismo, auto-suficiência neurótica, péssimo manejo da agressividade
    e tendência à onipotência.

O egocentrismo no alcoólico é a compensação neurótica de um complexo de inferioridade e uma baixa auto estima que, como a todos os emocionalmente infantis, os conduz a uma atitude de super-compensação e, então, quer chamar a tenção dos outros. Por isso quando se embebedavam, convertiam-se nos “bufoncitos da festa” (bobos da corte). Uma vez que deixam de beber, seu egocentrismo, dirigem-no aos membros de sua família ou aos seus companheiros de Grupo, em seu trabalho ou às pessoas em geral, desenvolvendo atitudes conflitivas com um péssimo manejo da agressividade que freqüentemente chega a ser ingovernável (tornam-se iracundos e furibundos), entrando em contínuos conflitos com os demais e incapacitando-se para a sobriedade. A auto-suficiência neurótica se refere, não ao auto-suficiente produtivo que é conseqüência da maturidade, e sim, àquele que segue pensando que não necessita da ajuda dos demais e que ele sozinho pode consegui-lo, isto o conduz irremediavelmente a decisões equivocadas frente a solução de seus problemas existenciais. Quando a autossuficiência neurótica se exacerba em excesso, converte-se em onipotência, porem ela é um defeito de caráter dos mais graves em que um alcoólico pode cair. A onipotência é uma forma patológica da soberba. Um complexo de superioridade que disfarça um profundo complexo de inferioridade, que quer ser compensado.

6. Medos permanentes: atitude de temor ante os desafios da vida com angústia
e tensão contínuas.

Muitos alcoólicos vivem eternamente angustiados. De fato, já viviam sob tensão desde antes de beber e aquilo que os levou a seu alcoolismo foi a necessidade de aliviar suas tensões por meio do álcool. Estes indivíduos são geralmente muito inseguros, apreensivos, que vivem em constante estado de tensão e que desenvolvem muitos medos. Medo dos problemas, medo dos conflitos, medo das doenças, medo das responsabilidades, medo de serem adultos, medo do trabalho, medo dos perigos cotidianos, medo da morte, etc. Não conseguem viver no presente, estão sempre vivendo no futuro. Angustiam-se pelo que ainda não aconteceu. Isto, evidentemente, afeta a sua saúde, pois vivem em tensão contínua e sob stress prolongado, o que lhes acarreta vários sintomas, como dor de cabeça, dor nas costas, sudorese, transtornos de sono e do apetite, etc. Em muitas ocasiões a sua tensão é tão forte que podem padecer de outras desordens psiquiátricas, tais como fobias, obsessões, compulsões ou ataques de pânico. Este tipo de alcoólico em recuperação, independentemente de seu Grupo de AA, deve receber atenção especializada de um psiquiatra.

 

  1. Depressão cíclica ou permanente com atitudes de pessimismo, desmotivação
    e pouco vigor.

Outro tipo de adictos em recuperação são os depressivos. São pessoas muito vulneráveis no aspecto emocional e constantemente sentem-se tristes, com pouco vigor (pilha fraca, desmotivados), são incapazes de desfrutar das coisas, tendência à tristeza e à apatia, desmotivados existencialmente, com poucos desejos de viver e, em certos casos, com fortes tendências a querer morrer. Tanto este sintoma como o anterior (angústia) correspondem ao que se chama de transtorno dual, quer dizer, o doente tem outra enfermidade psiquiátrica alem da sua adição, já que tanto a angústia como a depressão são enfermidades que afetam a saúde mental e portanto, requerem uma atenção médica especializada.

 

  1. Ingovernabilidade sexual e sentimental

O perfil psicológico do adicto se caracteriza pela dificuldade que tem em manejar tanto os impulsos do tipo sexual como de caráter sentimental. Mesmo antes de começar a beber, o alcoólico já apresenta estas tendências. Sendo uma pessoa insegura e com baixa autoestima, tem muitos problemas para relacionar-se com o sexo oposto. É por isso que recorre à “muleta emocional” do álcool ou outras drogas para poder se dar valor e desinibir-se. Sob o efeito do álcool, se atreve a fazer coisas que não faria sóbria, mas  mal planejadas e pior manejadas. Quantos alcoólicos tem feito “declarações” a uma mulher, totalmente bêbados e depois se arrependem ou quantos outros têm aceitado firmar (assinar) a ata de casamento em estado de embriaguez. Por outro lado, em estado de intoxicação alcoólica afloram sem controle, os impulsos sexuais mais primitivos, dando lugar a condutas indesejáveis como violência sexual (violação, estupro, sadismo) ou conduta homossexual. Muitos alcoólicos que já não bebem, continuam “secos” porque persistem com as atitudes de violência sexual, machismo ou  ciúmes patológicos.. Não se pode falar de sobriedade  quando o alcoólico em recuperação segue controlando, ameaçando, batendo ou com ciúmes de seu cônjuge. Também se apresentam problemas de ejaculação precoce, impotência ou frigidez. A infidelidade para com a companheira e a tendência á promiscuidade sexual é outra manifestação de porre seco a nível sexual e sentimental. Muitos destes “ingovernáveis sexuais”, terminam desenvolvendo uma adição sexual ou  co-dependência sentimental em relação à sua parceira.

  1. Negação de sua realidade não alcoólica com persistência dos mecanismos de
    racionalização e projeção

Mesmo que se mantenha em abstinência, este “bêbado seco” segue  sendo um negador e ainda que negue seu alcoolismo, segue negando uma série de defeitos de caráter, que não consegue visualizar nem aceitar e que impedem-lhe um ótimo crescimento emocional. Este tipo de alcoólicos soem aborrecer-se muito quando alguém os confronta com suas “zonas” errôneas (isto acontece principalmente nos depoimentos), e costumam mudar de Grupo freqüentemente, porque se dizem “atacados da tribuna”. Também recusam qualquer tipo de psicoterapia profissional argumentando a ignorância dos médicos e psicólogos a respeito de alcoolismo e ao Programa de AA. Continuam buscando culpados para todos os males que lhes acontecem.

 

  1. Substituição do álcool por outras substâncias ou condutas aditivas

Muitos alcoólicos deixam de beber, mas substituem sua conduta compulsiva ao álcool por outro tipo de drogas como a marijuana, cocaína, inalantes o as “tachas” (crack, coquetel de remédios). Muitos outros deixam  de beber, mas em seu lugar começam a desenvolver condutas tais como, jogo compulsivo, sexo compulsivo ou a adição ao trabalho. Às vezes caem na automedicação de comprimidos, tranqüilizantes ou tornam-se tabagistas. Às vezes os alcoólicos em recuperação esquecem que o tabagismo também é uma adição que adoece e mata igual número de pessoas que o alcoolismo. Não  se pode esquecer que no alcoolismo, a conduta de beber excessivamente, é tão somente o sintoma de um transtorno mais profundo caracterizado por uma estrutura patológica de natureza aditiva cuja origem é genética e que converte-o em adicto potencial a qualquer tipo de substância  ou de conduta que provoque-lhe um estímulo compensatório no centro de seu cérebro. Esta estrutura enferma do alcoólico também o conduz a um péssimo manejo de todas aquelas situações  existenciais que lhe causam angústia ou stress. Chama-se a isto de “ingovernabilidade emocional.”

 

  1. Espiritualidade ausente ou empobrecida, com soberba intelectual, tendência ao materialismo e pouca fé ou nula.

Muitos alcoólicos se recuperam fisicamente, conseguem uma melhor governabilidade de suas emoções e alcançam uma certa melhora em sua função e adaptação social mas não experimentam esse despertar espiritual que é uma condição  fundamental para alcançar a sobriedade total. Não podemos esquecer que a essência do Programa dos Doze Passos é fundamentalmente espiritual e que alem da recuperação psíquico-física e social, deve haver uma recuperação espiritual, isto é, a recuperação da fé. Da fé em si mesmo, no mundo e num Poder Superior que todo mundo tem. Incluindo os agnósticos. As crises de valores que se vive atualmente e que se reflete num materialismo selvagem, onde o valor maior é o êxito econômico e o possuir bens de consumo, faz com que as pessoas se afastem de Deus e dos valores supremos do espírito. A espiritualidade ausente ou empobrecida é também reflexo de uma soberba intelectual e de uma autossuficiência existencial própria de certos alcoólicos em recuperação que têm alcançado um bom nível cultural, de riquezas, de poder ou de prestígio. Esta falta de humildade os faz cair em uma soberba progressiva que pode degenerar em um dos mais graves sintomas do porre seco, que é a onipotência. Aquele que padece de onipotência, pensa que somente ele mesmo é seu Poder Superior.

 

12.Comportamento inadequado em seu Grupo de Alcoólicos Anônimos, tanto com
seus companheiros com em relação aos Princípios do Programa

A falta de um crescimento emocional, provoca uma distorção do entendimento, a tal ponto que o alcoólico em recuperação distorce a filosofia e os princípios do Programa de Doze Passos, o que dá lugar a um comportamento inadequado em seu Grupo. Isso, leva-o a interpretar, bem a seu modo e conveniência, os princípios básicos do Programa, os quais ele enfoca mais conforme a sua compreensão de suas carências neuróticas do que ao bem-estar comum, a unidade e o serviço. Longe de converter-se em um testemunho de sobriedade e bom senso em sua maneira de comportar-se com os demais, converte-se em um típico membro de AA inconforme e conflitivo com tudo o que se faz e acontece no grupo. As condutas erráticas destes “bêbados secos”, são as lutas de poder, as invejas, os ressentimentos em relação aos outros companheiros, o exibicionismo, as críticas mordazes, os chistes e as politicagens. Outros, por sua vez, manifestam o seu porre, adotando uma conduta extremamente passiva em seu Grupo (não usam a tribuna e nem lêem a Literatura, não cooperam com o serviço e só contentam-se em escutar passivamente, tomar café e criticar aos demais), ou, por motivações neuróticas que possuem em assistir ao Grupo, soem freqüentar o grupo para fazer negócios com os companheiros do Grupo, pedir dinheiro emprestado (e não pagar) ou se envolvem emocional ou sexualmente com companheiras ou companheiros do outro sexo. A recuperação integral do alcoolismo e outras adições constitui um largo e complicado processo que todo enfermo em recuperação deve ter em conta. O alcançar a sobriedade implica a prática de qualidades tais como a liberdade, a responsabilidade, a honestidade e a humildade desenvolvidos como um marco de disciplina, perseverança, determinação em mudar e mente aberta. Uma vez alcançada a estabilidade da sobriedade, consegue-se um fenômeno de crescimento emocional progressivo que não tem limites e que conduzirá a pessoa ao objetivo final  o seu tratamento que é alcançar a felicidade.

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